Liberdade?

"LIBERDADE É POUCO. O QUE DESEJO AINDA NÃO TEM NOME" (PERTO DO CORAÇÃO SELVAGEM)
Clarice Lispector





domingo, 30 de outubro de 2011

MICROFISIOTERAPIA

Estou descobrindo uma nova modalidade para cuidar melhor de mim.
Nunca fui muito adepta a remédios, médicos, cirurgias e coisas que causem traumas desnecessários ao organismo e muitas vezes "concertam uma coisa e desconcertam as outras", tanto é verdade que queria muito parto normal durante a gravidez e só fiz cesárea porque foi "urgente e preciso".
Assim sendo, apesar de não praticar a homeopatia,já fiz tratamento através dela; já tomei florais de Bach (é MARAVILHOSO) e morro de vontade de fazer acupuntura; meu sonho um dia é me tornar vegetariana.(MESMO, mas sem radicalismo).
Partindo de tais pressupostos, alternativos, agora conheci através de minha mãe e irmã a MICROFISIOTERAPIA e fiquei realmente impressionada com os resultados.
Estou com muita vontade de fazer uma sessão e tentar mudar tudo aquilo de me faz mal e pior do que aquilo que sou - as reclamações são diversas né...rsrsr:  rinite e enxaqueca, ansiedade e nervossismo, cólica menstrual e tpm (lately) e para terminar dores gerais pelo corpo, além de uma certa artrose nos dedos das mãos que me dão a impressão que um dia eles vão parar de funcionar de vez e minha perna esquerda que não dobra já faz uns 20 anos rsrsrsrrs - coitado do rapaz, acho que vou enlouquece-lo.Estou pensando, além disso, na APLV da Malu e na eplepsia do Fábio - se puder ajuda-los será perfeito.
Essa técnica se baseia em estudos embrionários e do sistema imunológico, pelo que andei lendo e ajuda o corpo a eliminar cicatrizes de mal funcionamento dos orgãos deixados por uma incapacidade do sistema imunológico elimina-las, quando o trauma (fisico ou psiquico) ocorreu.Assim ela estimula a auto-cura do organismo, estimulando os locais lesionados a recuperarem os "movimentos vitais" na forma de micro-estimulos.
Também decidi fazer terapia - sempre achei que precisava, mas o Fábio nunca me apoiou, agora (FINALMENTE), parece que caiu a ficha dele que eu realmente preciso/quero me tratar.
Tenho ainda muito a resolver, mas essas resoluções me fizeram muito bem e por isso estão aqui, sure!

EU E MINHA

IMAGEM RETIRADA DE

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

NOSSAS "AMARRAS"

SEMINÁRIO MS PARIS EU VI ESSAS IMAGENS E ELAS ME FIZERAM REFLETIR SOBRE MUITAS COISAS, MAS APENAS AGORA, POR DIVERSOS MOTIVOS DECIDI POSTA-LAS...

MUITAS VEZES NOSSOS MEDOS, AQUILO QUE NOS PRENDE É ALGO MUITO MAIS PSICOLÓGICO DO QUE REAL

ENQUANTO ISSO TODOS TEMOS A LIBERDADE DE ESCOLHERMOS VIVER DESSA FORMA


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ADORO MARIO QUINTANA




  DEFICIÊNCIAS
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições 
de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência
 de que é dono do seu destino. 

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. 
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. 
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. 
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. 
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: 
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. 
"A amizade é um amor que nunca morre.. "

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Os 10 Mandamentos da qualidade

01 - Ao acordar, não permita que algo que saiu e...rrado ontem seja o primeiro tema do dia. No máximo comente seus planos no sentido de tornar seu trabalho cada vez mais produtivo. Pensar positivo é qualidade!

02 - Ao entrar no prédio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo não sendo um colega da sua área. Ser educado é qualidade!

03 - Seja metódico ao abrir seu armário, ao ligar seu computador, ao passar informações, etc. Comece relembrando as notícias de ontem. Ser organizado é qualidade!

04 - Não se deixe envolver pela primeira informação de erro recebida de quem, talvez, não saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto. Ser prevenido é qualidade!

05 - Quando for abordado por alguém, saiba que, quem veio lhe procurar deve estar precisando de sua ajuda e confia em você. Ele ficará feliz pelo auxílio que você possa lhe dar. Ser atencioso é qualidade!

06 - Não deixe de alimentar-se na hora do almoço. Respeite suas necessidades. Aquela tarefa urgente pode esperar. Se você adoecer, tarefas terão que aguardar sua volta, exceto aquelas que acabarão por sobrecarregar seu colega. Respeitar a saúde é qualidade!

07- Dentro do possível, tente se agendar para os próximos 10 dias, para qualquer evento. Não fique trocando datas a todo o momento. Lembre-se de que você afetará o horário de vários colegas. Cumprir o combinado é qualidade!

08 - Ao comparecer a esses eventos, leve o que for preciso e, principalmente suas idéias. Divulgue-as sem receio! O máximo que poderá ocorrer é alguém do grupo não aceitá-la. Talvez mais tarde, você tenha a chance de mostrar que estava com a razão. Saiba esperar. Ter paciência é qualidade!

09 - Não prometa o que está além do seu alcance só para impressionar quem lhe ouve. Se você ficar devendo um dia, vai arranhar o conceito que levou anos para construir. Falar a verdade é qualidade!

10 - Na saída do trabalho, esqueça-o! Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a família ou os amigos que lhe darão segurança para desenvolver suas tarefas com equilíbrio. Amar a família e os amigos é a maior QUALIDADE!


Autor:Desconhecido


By: Gentileza gera gentileza

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Feche a boca e abra os braços


Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.
Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contou a ela e ao marido sobre a gravidez. Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazer isso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídos e pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela. Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?
Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço – com alguma frequência – quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe. Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi um bilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: "Quando uma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços."
Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cinco em seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma paciência minúscula.
Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre estar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido – e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia. Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços.
Kim correu para eles dizendo:
– Desculpa... Desculpa – repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.
– Eu também sinto muito, Kim – disse quando ela se acalmou o bastante para conseguir me ouvir. - Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou.
Felizmente, ela me perdoou. O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de fúria, medo, desapontamento ou frustração.
Quando meus filhos eram adolescentes – todos os cinco ao mesmo tempo – me deram inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe em prática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para ir ao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidos e ficar em recuperação. Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeira coisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava da escola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, algumas vezes, ruidosa e unilateral.
Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava da técnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, me desculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito pouco razoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação por trás dela quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, apesar de tudo. Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"
Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."
Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei a assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.
– Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.
É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços.

Diane C. Perrone
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante